Não tem de haver motivo ou razão. Tem de haver, sim, uma inquietação, um nervoso miudinho de escrever palavras soltas, muitas vezes desprovidas de interpretação, mas que são a impressão digital, lavrada a tinta da alma do escritor. Papel químico do seu pensamento.
sexta-feira, 20 de julho de 2012
111 dias depois
Passaram-se 4 meses. 4 meses e quase meio. Exactamente 111 dias. Sempre adorei capicuas. talvez por isso, ou não, ou talvez porque o bom filho a casa torna, aqui estou eu de novo. Porque os verdadeiros amores não morrem, ficam adormecidos, latentes, à espera de um dia despontarem de novo, como uma luz que se reacende e com uma força renovada. Escrever é isso. uma necessidade quase instintiva, incontrolável, de voltar a fazer sair as palavras da cabeca para o coração e directamente para o papel. sem filtros, sem pensar muito. Uma catarse da mente. Um orgasmo do espírito. Pelo meio muita coisa fica por dizer, mas recomeçemos, porque a vida é feita deste gráfico de altos e baixos, de finais e recomeços..E aqui estou eu outra vez.
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