Não tem de haver motivo ou razão. Tem de haver, sim, uma inquietação, um nervoso miudinho de escrever palavras soltas, muitas vezes desprovidas de interpretação, mas que são a impressão digital, lavrada a tinta da alma do escritor. Papel químico do seu pensamento.
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
Musicas que nos transportam
Fixo intensamente o filme mas é no vazio que os meus olhos te encontram. Presa fico, num mar de sensações, questões por descortinar em breve serão lembrança apenas, ténue e doce de quem por não querer não trilhou marca mais funda no meu baú de memórias.
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