Não tem de haver motivo ou razão. Tem de haver, sim, uma inquietação, um nervoso miudinho de escrever palavras soltas, muitas vezes desprovidas de interpretação, mas que são a impressão digital, lavrada a tinta da alma do escritor. Papel químico do seu pensamento.
segunda-feira, 6 de junho de 2011
Testemunho sem razão
Serve o presente post para clarificar. Escrevo para mim. Escrevo para exorcizar a minha imaginação inquieta e desajustada, para soltar os demónios que há em mim. Escrevo porque tenho saudades minhas! para tentar não perder o que no dia a dia me esgota, mas não me mata. Escrevo porque sou eu. Escrevo porque serei sempre a eterna insatisfeita e a insaciável pessoa dos porquês, que todos os dias se descobre, que quando menos está á espera se deslumbra, com a coisa mais simples que passa despercebida aos olhos dos outros. Escrevo porque estou em constante mudança. E porque me agrada a continuidade as coisas. Gosto de me rever, de explorar o meu percurso, de ter este segredo só meu...ou quase. Escrevo para mim...para ti e para aqueles que acabo de conhecer, para não mais me esquecer de como naquele dia, momento, algo me marcou.São as minhas pontas soltas, as minhas fragilidades,as minhas conquistas, o meu percurso mais sinuoso ou simplesmente o meu desabafo. Escrevo pela minha essencia que não quero que mude....escrevo porque sim, porque ás vezes sou não e outras talvez...escrevo, penso e sonho, porque foi assim que Deus me fez...
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