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Este post é publicado hoje dia 7 de julho, mas aparecerá na altura em que ficou guardado, como mero rascunho banalizado e posto de parte, como um exercicio de libertação que após ter sido realizado, deixou, naquela altura de fazer sentido.
Hoje parece-me fazer sentido reeditá-lo.Aqui vai tal como estava...
Há circunstancias na vida que nos fazem reencontrar pessoas que antes já a haviam cruzado e percebemos, nesse mesmo instante, que há momentos em que podemos arriscar dizer que nada acontece por acaso.
Ultimamente tem-me acontecido isso. o problema é quando esse feeling nao passa de um palpite, com alguma intuição a mistura, mas não deixa de ser um palpite. Um palpite tramado, que aparece mesmo na altura que não devia aparecer e nos troca as voltas por completo.
Não passa um dia que nao pense em ti.
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