domingo, 10 de abril de 2011

São as pedras no sapato tramadas ou a monogamia não existe?

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Este post é publicado hoje dia 7 de julho, mas aparecerá na altura em que ficou guardado, como mero rascunho banalizado e posto de parte, como um exercicio de libertação que após ter sido realizado, deixou, naquela altura de fazer sentido.
Hoje parece-me fazer sentido reeditá-lo.Aqui vai tal como estava...


Há circunstancias na vida que nos fazem reencontrar pessoas que antes já a haviam cruzado e percebemos, nesse mesmo instante, que há momentos em que podemos arriscar dizer que nada acontece por acaso.
Ultimamente tem-me acontecido isso. o problema é quando esse feeling nao passa de um palpite, com alguma intuição a mistura, mas não deixa de ser um palpite. Um palpite tramado, que aparece mesmo na altura que não devia aparecer e nos troca as voltas por completo.

Não passa um dia que nao pense em ti.

Não sei porquê. Talvez mesmo por desconhecer e por ter ficado com o tal feeling a teu respeito. Mas a verdade é que penso como estarás, se bem, se só, se a pensarás mim...e sinto quase um aperto por não te poder questionar.A verdade é que nada vivemos que justifique isso ou esta forma de pensar.


Dizem que podemos escolher o nosso caminho, mas há tambm caminhos que por nós se cruzam sem termos pedido nada, caminhos que nos escolhem.
Atalhos para a felicidade, quiçá, que talvez nos pareçam demasiado rápidos e nem sempre os melhores, e ainda que escolhamos não olhar, nem percorre-los, estão sempre lá, latentes, até ao dia, que pode tardar, mas nunca falha, do ajuste de contas.

Nesse dia, quando menos esperarmos,voltamos atrás e reencontramos o caminho perdido. Mais velhinho talvez, a estrada mais lavrada e gasta, mas o mesmo caminho. Se for por ali, nao importarão os anos passados. Tudo fará sentido.

Simplesmente saberemos que é por ali o caminho.
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